São árvores, arbustos e plantas de pequeno porte, que aparecem em uma lista de quatro categorias:
- Vulnerável (VU);
- Em Perigo (EN);
- Criticamente em Perigo (CR) e
- Criticamente em Perigo - Possivelmente Extinta (CR-PE).
- Governo libera R$ 68,6 milhões para combater incêndios e seca no Norte.
- Amazônia e Cerrado evitaram emissões equivalentes às do Japão.
- Chuvas continuam favorecendo região do Matopiba no Nordeste.
O maior grupo reúne 2.162 espécies em perigo de extinção. Figuram entre elas a araucária (Araucaria angustifólia) e o jequitibá-rosa (Cariniana legalis). Das 728 espécies que foram classificadas como criticamente em perigo, está o pau-brasil (Paubrasilia echinata).
Apenas duas espécies foram listadas como possivelmente extintas: o Symplocos rizzinii, uma árvore da Mata Atlântica, presente na região da Serra do Itatiaia, no Rio de Janeiro, e a Plinia rogersiana, espécie do mesmo gênero da jabuticaba, também nativa da Mata Atlântica, com ocorrência em São Paulo.
A atualização da lista adota critérios como tamanho, fragmentação e declínio das populações, distribuição geográfica, ameaças e medidas de conservação existentes. De acordo com a Portaria 43/2014, do Ministério do Meio Ambiente, a lista deve ser revisada a cada cinco anos.
A última revisão foi publicada em 7 de junho de 2022, quando estavam classificadas na lista 3209 espécies.



