Segundo a Polícia Federal (PF), a atividade de exploração mineral irregular ocorria em um imóvel rural vizinho à Terra Indígena Kayapó.
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De acordo com a PF, as condições do galpão indicam que os trabalhadores eram mantidos em condições degradantes, o que poderia caracterizar condição análoga à de escravidão.
A PF investiga quem são os responsáveis pelo garimpo e os compradores do ouro extraído do local.

